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Gestão em Sobreiro e Azinheira

Boas Práticas de Gestão em sobreiro (Quercus suber) e azinheira (Quercus ilex). Altura do descortiçamento. Uma decisão com consequências no valor da cortiça. A partir de 2030 nenhum sobreiro poderá ser explorado em meças. Regeneração natural do sobreiro e continuidade da sua exploração.

Publicação que fornece alguns conhecimentos básicos e que alerta para a importância do aconselhamento técnico prévio à prossecução de intervenções nos povoamentos de sobreiros (Quercus suber) e azinheiras (Quercus ilex) que condicionarão, de forma decisiva, o seu futuro.

 

Informações sobre a altura do descortiçamento e sobre a importância que, para a tomada de decisões relativas ao futuro dos povoamentos de sobro, pode ter a realização de "diagnósticos" preliminares do seu estado atual, são fornecidas no folheto da ex-DGRF:

 

A partir de 2030, nenhum sobreiro poderá ser explorado em meças. Informações na brochura da ex-DGRF:

 

Regeneração natural de sobreiro. Informações na brochura da ex-DGRF:

 

Em Portugal, as sementes de sobreiro que são comercializadas para fins de florestação têm de obedecer a determinados requisitos legais. No entanto, um(a) proprietário(a) de sobreiros, pretendendo aumentar a sua área de sobro ou adensar a já existente, pode colher sementes desta espécie no seu próprio arvoredo e, sem as comercializar, utilizá-las na mesma propriedade. Trata-se, no entanto, de uma decisão que deverá ser devidamente ponderada. Mais informações no folheto da ex-DGF:

 

Saiba mais sobre este temas em Montado.

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