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Notas Informativas

DFCI - Defesa da Floresta Contra Incêndios. Gabinetes Técnicos Florestais (GTF). Planos Municipais de Defesa da Floresta Contra Incêndios: Quadro das aprovações e mapa. Nota técnica sobre redefinição de reacendimento. Nota informativa sobre fogos florestais fora do período crítico. Queima de sobrantes agrícolas e queimadas. Novos equipamentos.

Planos Municipais de Defesa da Floresta Contra Incêndios (PMDFCI)

 

Nota informativa e apresentações

 

Prevenção Florestal em áreas sob gestão do ICNF

O Instituto da Conservação da Natureza e das Florestas e as Forças Armadas, através do Estado Maior General das Forças Armadas, estabeleceram um protocolo de colaboração no âmbito da defesa da floresta contra incêndios para assegurar, durante o período crítico,  a execução de um plano de vigilância de espaços florestais sob a gestão do ICNF e a sensibilização das populações locais - Plano Faunos. Este Plano dá continuidade uma colaboração de três anos protocolada com o Exército Português desde 2014.

As ações de vigilância foram programadas para 23 zonas florestais com património florestal  de valor ambiental, económico e social elevado e perigosidade de incêndio alta, abrangendo17 matas nacionais, 51 perímetros florestais e 8 áreas protegidas, incluindo o Parque Nacional Peneda Gerês.  Estas ações foram executada por  26 equipas constituídas por tres elementos cada, sendo duas da Marinha e as restantes do Exército,  tendo sido previstas 5 720 horas de vigilância.
 
O Plano Faunos teve também a colaboração da Mitsubishi Motors e da Toyota Portugal, que cederam gratuitamente  quatro viaturas todo o terreno (duas viaturas por empresa) para apoio às deslocações de quatro equipas de vigilância.
O financiamento deste Plano a cargo do ICNF foi objeto de candidatura ao Fundo Florestal Permanente, prevendo-se uma despesa de €500.000.


Apresentações:
 

Novos equipamentos

 

Nota Técnica n.º 1 - redefinição de reacendimento


Os termos utilizados para classificar incêndios florestais são os constantes no manual Classificação de Incêndios Florestais, publicado, em 2001, pela então Direcção-Geral das Florestas.

A necessidade de esclarecer/uniformizar critérios e procedimentos de carácter coletivo utilizados na base de dados do Sistema de Gestão de Incêndios Florestais – SGIF exige que seja reformulada a definição de ‘reacendimento’.

Esta reformulação tem como principal objetivo aumentar o rigor e a qualidade dos registos das ocorrências de incêndios florestais. Assim, o conceito de reacendimento passa a ser:

Reacendimento:

É uma nova ocorrência que tem início no perímetro da área afetada por um incêndio recente que foi considerado extinto, ou seja, em que todos os meios já abandonaram o teatro de operações (TO). São ocorrências que têm obrigatoriamente área ardida associada e às quais será atribuído o tipo de causa ‘Reacendimento’ e a causa a 711 – ‘Fonte de calor do incêndio anterior’.

A data e hora de início do reacendimento tem de ser posterior à data e hora de extinção do incêndio de origem.

 

Fogos florestais fora do período crítico

Nota informativa acerca de aspetos relacionados com fogos florestais fora do período crítico. Queima de sobrantes agrícolas e queimadas.

"Os incêndios que ocorrem fora do período crítico são muitas vezes resultado da necessidade de proceder à queima de sobrantes agrícolas e às queimadas para renovação das pastagens naturais. A área afetada por estes incêndios é quase exclusivamente composta por matos espontâneos, tradicionalmente sujeitos a elevada frequência de queima.

A ocorrência destes fogos rurais não apresenta, normalmente, muitos dos aspetos negativos associados aos incêndios de verão. Na generalidade dos casos, são incêndios de menor intensidade e capacidade destrutiva e podem ter, como efeito colateral positivo, uma diminuição da carga combustível em zonas de alto risco de incêndio, minimizando a gravidade dos incêndios no período crítico do ano seguinte.

Em situações meteorológicas de risco elevado devem ser observados os cuidados recomendados para o período estival e interrompida a utilização do fogo em atividades agroflorestais.

Lisboa, 7 de Novembro de 2007."

 

Novos Equipamentos

Recentemente foram adquiridos pelo ICNF 5 Estilhaçadoras que complementam os trabalhos de gestão de combustível, solucionando o problema da eliminação dos sobrantes florestais.

Veja o Video

estilhicadora.jpg

Exemplo da utilização da Estilhaçadora em trabalhos de Gestão de Combustível executados em Rede Viária Florestal no Perímetro Florestal da Serra de Montejunto (DCNFLVT), pelas equipas de Sapadores Florestais, da APAS e de CM Torres Vedras, em Serviço Público, no âmbito da Prevenção Estrutural e da DFCI, coordenadas pelo ICNF.

U.A.: 2017-09-01

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