Informação Geral

Parque Natural da Ria Formosa (PNRF). Informação geral e conselhos úteis para visitar o PNRF. Quando visitar. Pontos de interesse. Mapa.
 
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Na planificação da sua visita deverá ter em consideração as recomendações descritas no Código de Conduta e Boas Práticas [PDF 1,6 MB] das e dos visitantes nas Áreas Protegidas, bem como os conselhos úteis que apresentamos em "Relacionados", à esquerda desta página, para melhor desfrutar da sua visita.

Ficam aqui algumas sugestões para a realização de percursos pedestres e de automóvel, bem como a identificação dos locais mais emblemáticos e outros pontos de interesse, que poderá visitar, de modo a que possa desfrutar o melhor possível da beleza extraordinária da paisagem, consolidar conhecimentos e divertir-se durante a visita.
 
Se optar por andar a pé, os percursos sinalizados permitem-lhe um contacto mais direto com a natureza e, simultaneamente, conhecer valores do património natural, paisagístico e cultural.
 

Antes de fazer qualquer caminhada, consulte a Área Protegida para obter mais informações sobre os percursos, incluindo o seu estado de conservação.

Informa-se que o ICNF não se responsabiliza por quaisquer problemas que possam surgir no decorrer dos percursos sugeridos.

 

Quando visitar? 

O Parque Natural da Ria Formosa pode ser visitado durante todo o ano, variando as melhores épocas de visita com os objetivos da mesma. Se o motivo da visita for os valores culturais, qualquer época do ano é adequada, embora o verão seja de evitar para aqueles que procuram alguma tranquilidade.
 
Por outro lado, para quem procura conhecer os valores naturais, em particular a fauna, então o outono e o inverno são as épocas preferenciais. A maior parte das espécies animais existentes na Ria Formosa é dificilmente observável, à exceção das aves. Por isso, são as aves, o seu voo, o seu colorido particular, que atraem, desde logo, a atenção de todas e todos.
 
Do ponto de vista da avifauna (i.e. das aves), a Ria Formosa assume uma importância decisiva, atendendo a que representa uma zona de descanso para aves migradoras, local de invernada para um número considerável de aves aquáticas, local de nidificação para as que chegam na primavera ou fazem da Ria Formosa o seu habitat permanente. 

Topo

Pontos de interesse 

Toda a área do Parque é de grande interesse natural, cultural e paisagístico. Apresentam-se seguidamente os principais pontos de interesse na área do PNRF, de Vila Real de Santo António a Loulé.
 
Núcleo histórico de Cacela Velha - concelho de Vila Real de Santo António, freguesia - Vila Nova de Cacela. Classificação Imóvel de Interesse Público - Decreto n.º 2/96, 2 março e Zona Especial de Proteção – Despacho de janeiro de 1987 (DGMEN). Núcleo urbano histórico de origem medieval. Época construção - diversas (século XVIII, XVI). Utilização inicial - núcleo urbano de reduzida dimensão - residencial, cultural, agrícola, administrativo e turístico. Utilização atual - núcleo urbano. Propriedade pública: estatal e municipal; privada: igreja católica, misericórdia e habitações. Inclui fortaleza (arquitetura militar); igreja matriz, com portal renascentista; casa da Misericórdia (séc. XIII); Casa da Câmara, séc. XVI edifício da cadeia; cisterna medieval; e cemitério antigo.
 
PNRF - centro de Cacela  PNRF - Torre dAires
Cacela Velha e e Torre d'Ares
 
Torre d'Ares ou Aires - concelho de Tavira, f>reguesia da Luz. Utilização inicial - Atalaia – defesa. Propriedade municipal. Foi recuperada pelo PNRF em 1989.
 
Forte do Rato - concelho de Tavira, freguesia de Santa Maria. Localização - 2 km a SE de Tavira, junto à foz do rio Gilão. Classificação Imóvel de Interesse Público Decreto do Governo n.º 8/83, 24 janeiro. Época de construção - séc. XVI , reinado de D. Sebastião. Utilização inicial - militar, defesa do porto de Tavira.
 
Forte de São João da Barra ou da Conceição - concelho Tavira, freguesia Cabanas. Localização - faixa terrestre adjacente à laguna, numa pequena elevação, a NE de Cabanas. Acesso pela EN 125 até ao acesso a Cabanas e depois pela EM 1238, contornar o núcleo urbano pelo limite sul e depois acesso por caminho vicinal. Classificação - Imóvel de Interesse Público, Dec. 43073, 14 julho, 1960 (IPPAR). Época construção - séc. XVII - reinado de D. João. Utilização inicial - militar, de defesa. Utilização atual - habitação, propriedade privada. Observações: em 1670 foi submetido a remodelação e ampliação. Em 1783, estando muito arruinado, foi de novo reedificado.
 
Centro de Educação Ambiental de Marim (CEAM) - concelho de Olhão, freguesia de Quelfes.

Chalet João Lúcio - concelho de Olhão, freguesia de Quelfes. Acesso pela EN 125, a cerca de 1 km a este de Olhão, junto ao Parque de Campismo de Olhão e à sede do PNRF. Casa senhorial do início do séc. XX (1916). Trata-se de um edifício com três pisos, quadrangular, sem frente nem traseiras. O Chalé possui quatro entradas cada uma com o seu significado e distribuídas pelos pontos cardeais: a escadaria a norte tem a forma de peixe; a sul de guitarra; a nascente de violino; e a poente de serpente. Assim, o peixe representa a água, a guitarra o fogo, o violino o ar e a serpente a terra. A casa, outrora pertença do Dr. João Lúcio (advogado e poeta), figura mística e carismática de Olhão, nunca foi por ele habitada pois, em 1918, morreu vítima de pneumonia. Utilização inicial - moradia. Utilização atual - Ecoteca. Propriedade: ICNF/PNRF.
 
Quinta do Ludo - concelhos de Faro e Loulé. O Ludo é um santuário da natureza. O diversificado ecossistema que o caracteriza é, atualmente, um caso já raro no Algarve, visto que ainda reúne espaços florestais, agrícolas, ribeirinhos e marinhos numa estreita relação harmoniosa, enriquecida por uma importante ocorrência de fauna e flora silvestres.
 
Trilho de S. Lourenço - concelho de Loulé.
 

 Mapa

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PNRF - mapa